
Daqui se depreende que, daqui a seis meses, a construção civil vai entrar em crise devido à falta de mão-de-obra.
Sempre me intrigou a lógica por detrás do pensamento masculino de largar postas de pescada sempre que passa uma mulher junto a uma obra. É uma associação um pouco estranha: Mulher+Obra = ”Oh Flor, deixa-o pôr!” mas deixa pôr o quê? Onde? A que propósito? Outra coisa que gostaria de ver era a cara do engraçadinho perante um “com certeza, ora ponha lá então para eu ver!”
Bem, mas parece que com esta nova lei, vamos passar a poder andar na rua mais descansadas, se bem que ainda ninguém explicou o que é que dá direito a prisão e o que não dá, porque um “Não sabia que as rosas tinham pernas!” não é o mesmo que um “Sobe aqui ao andaime, que eu já estou com ele montado!” e não se pode comparar um “A tua mãe só pode ser uma ostra para cuspir uma pérola como tu.” a um “Se o teu cu fosse uma torrada tinha de barrar a manteiga com um remo!” e por aí a diante…
Ora vamos a ver no que esta vai dar…
5 comentários:
Eu inicialmente tinha a ideia que os piropos passavam ao lado da nova lei e que apenas apalpões criaturas a roçarem-se no autocarro ou no metro é que apanhavam multa....
Mas olha que já aprendi alguns piropos pois aqui pelo norte os mais ouvidos são aqueles clássicos do tipo "és toda boa" ou "és boa como o milho" então este último nunca percebi o significado...lol
Beijoca e um óptimo dia
Loooool, mas esta lei existe mesmo?Ando mesmo a leste de tudo.
beijos
Estou engasgada de tanto rir, este post é perigoso, ainda alguém sufoca a ler.
Então os gajos deixam sair os violadores e os assassinos e vão prender um gajo só por ter boca suja? E as gajas podem mandar piropos ou também vão dentro? Explica-te lá!
beijinhos
Credo!!! O que se aprende neste blog. Não conhecia estes piropos...
Só aquele do "És pouco boa, és...". Mas nessas situações limito-me a olhar par ao lado para ver do que é qeu eles estão a falar... eh eh eh
a minha mãe contava que nos seus tempos de juventude quando ia às "matinés" do cinema com a mana e a mamã ou a tia, levavam sempre um alfinete por que o engraçadinho do lado normalmente costumavaavançar com uma mãozinha sorrateira; em certa época constou que era proibido chamar "flausina" na rua à garotas e outros comentários. Lembro-me que entrava na escola secundária às 8h da manhã e detestava fazer aquele caminho a pé por causa desses mesmos comentários dos basbaques que estavam parados na rua aquela hora da manhã; tamb+em havia os assobios... mas tinha a sensação que tudo isso já estava ultrapassado e que as mentes eram outras .
Afinal ...
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